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	<title>Marcio Paschoal</title>
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	<description>BLOG</description>
	<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 21:49:59 +0000</pubDate>
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		<title>Cinco dias em Maceió - 23-07-10</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 21:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>

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Maceió é uma cidade muito bonita. Os arrecifes fazem-na ainda mais bela, com os coqueiros espalhados pelas praias. As chicas são sorridentes e o povo caloroso e simpático. O uísque tem o preço honesto, as lagostas já não são mais as mesmas, porém as cervejas são encontradas facilmente,  bem geladas e em quase [...]]]></description>
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<p> <![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/07/bxk22328_praia-da-pajucara-maceio-al800.jpg" alt="bxk22328_praia-da-pajucara-maceio-al800.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Maceió é uma cidade muito bonita. Os arrecifes fazem-na ainda mais bela, com os coqueiros espalhados pelas praias. As chicas são sorridentes e o povo caloroso e simpático. O uísque tem o preço honesto, as lagostas já não são mais as mesmas, porém as cervejas são encontradas facilmente,  bem geladas e em quase todos os lugares onde caiba uma mesa com cadeiras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>A riqueza, mui bem mal dividida, pode ser notada nas fachadas dos edifícios e hotéis estelares da beira-mar, e nos carros zero de marca. A pobreza dos demais corresponde à imensa maioria, mas esta comporta-se bem e democraticamente, no seu cantinho e sem encher o saco de ninguém. Sabemo-nos um povo cordato e maneiro. A segurança na periferia é mínima, embora nos centros turísticos não se faça tão urgente, como sói nas grandes capitais do nordeste. Por enquanto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>A parte histórica e cultural não é protagonista principal. Raros teatros, cinemas e, no máximo, shoppings de luxo ostentando uma moda copiada e cara. O turista, no entanto, não terá dificuldade de achar o que levar de lembrança, os mercados artesanais abundam. O mesmo de sempre: bonecas baianas, chapéus de palha costurada, castanhas de caju, sandálias rústicas e as tradicionais camisetas &#8220;estive em Maceió&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Há passeios interessantes, como o da praia do Gunga ou o de Maragogi. Se pretender conhecer a badalada praia do Francês, cautela: ela não é mais a mesma, tendo sido loteada pela horda de ônibus e vans de turismo rasteiro e sem controle. Totalmente dispensável.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>A culinária alagoana não destoa da grande maioria nordestina, Come-se bem e barato as coisas do mar, com devidas ressalvas a algum restaurante meio metido à besta e careiro. Em compensação o camarão é como sardinha, inclusive no preço. Minha melhor experiência gustativa foi uma agulhinha frita, regada a simples caipirinha no Parmeggiano, um restaurante (de nome esdrúxulo para o lugar, eu sei) escondidinho e jeitoso, perto do Pontal. No Peixarão, no canto da praia da Ponta Verde, há uma peixada com moqueca que não fica a dever à capixaba.  <span>          </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Com quaisquer vinte pilas, passeia-se de jangada por duas horas pela calma e ventilada Pajuçara. Recomenda-se procurar o Sr. Mário, veterano nessa arte, com seu indefectível chapéu de pescador (que ele garante não tirar nem pro banho).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Em Jatiúca, nosso velho esporte meretricial pode ser vastamente flagrado na orla ou no forró do Lampião, outrora legado de dança simples, hoje mercado de sexo em campo aberto. Não me perguntem o preço nem a idade das meninas, à guisa de evitar constrangimentos à toa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Espero ainda voltar, antes que acabe. Não a putaria, é claro, mas o sossego.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right" align="right"><em><strong>Marcio Paschoal, 23/07/2010.</strong></em></p>
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		<title>Saiu no site da Livraria da Folha - 09/07/2010</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[09/07/2010 - 20h01
 &#8220;A Maconha Está Bêbada&#8221; traz crônicas bem-humoradas sobre  sexo, religião e drogas
 
 da Livraria da Folha


Divulgação





Marcio  Paschoal polemiza com bom humor em livro de crônicas


Dos pequenos anúncios colados em orelhões até o motivo da nudez  incomodar tanto, tudo vira uma discussão bem-humorada nos textos do  escritor carioca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>09/07/2010<!--/DATA--> - <!--HORA-->20h01<!--/HORA--></p>
<h1> <!--TITULO-->&#8220;A Maconha Está Bêbada&#8221; traz crônicas bem-humoradas sobre  sexo, religião e drogas<!--/TITULO--></h1>
<p><!--/--> <!--TEXTO--></p>
<p id="articleBy"> da <strong>Livraria da Folha</strong></p>
<table class="fe175">
<tr>
<td class="fo1c">Divulgação</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/a-maconha-esta-bebada-e-outras-cronicas"><img src="http://f.i.uol.com.br/livraria/capas/images/10189427.jpeg" alt="Marcio Paschoal polemiza com bom humor em livro de crônicas" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="fo1l"><a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/a-maconha-esta-bebada-e-outras-cronicas">Marcio  Paschoal polemiza com bom humor em livro de crônicas</a></td>
</tr>
</table>
<p>Dos pequenos anúncios colados em orelhões até o motivo da nudez  incomodar tanto, tudo vira uma discussão bem-humorada nos textos do  escritor carioca Marcio Paschoal. Ele reúne 46 crônicas curtas de sua  autoria em <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/"><strong>&#8220;A  Maconha Está Bêbada e Outras Crônicas&#8221;</strong></a> (Mirabolante, 2009).</p>
<p>Na obra, o autor fala de temas polêmicos como religião, família e  sexualidade, todos tratados de forma simples e com direito a muitas  piadas. Paschoal também resgata assuntos que frequentaram o noticiário,  como o roubo do relógio Rolex de Luciano Huck e escândalos políticos que  não deram em nada.</p>
<p>Na hora de falar sobre criminalidade, como casos de bala perdida no Rio,  o escritor assume um tom sério. Mas as brincadeiras logo retornam  quando o assunto vira música. Em &#8220;Amy-as ou deixe-as&#8221; o cronista fala  sobre a voz e o talento das cantoras Amy Winehouse e Joss Stone. Dois  textos à frente ele faz humor com os erros gramaticais de clássicos da  MPB.</p>
<p>Paschoal também levanta a discussão sobre o que está por trás do ato  sexual. O sexo seria apenas um sonífero, vontade pura e simples ou uma  maneira sublime de se aproximar de Deus?</p>
<p>Já a crônica título do livro traz uma defesa da legalização da maconha.  Entre os argumentos estaria a ideia (contestada por muitos) de que a  droga quase não deixaria sequelas. Mas o leitor contrário à erva pode  ficar sossegado, a reflexão só dura até que o autor, de repente, se  esqueça do que estava falando. Os motivos da falta de memória ficam  literalmente no ar.</p>
<p>Com histórias rápidas e sem perder o tom de crítica, <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/"><strong>&#8220;A Maconha Está  Bêbada e Outras Crônicas&#8221;</strong></a> pode ser uma boa fonte de risadas ao  falar de temas importantes, e outros nem tanto, de forma leve e  engraçada.</p>
<p>Marcio Paschoal também é autor de <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1075862">&#8220;<strong>Os Atalhos de  Samanta</strong>&#8220;</a>, <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1047487"><strong>&#8220;Horoscopo  Sexual para Praticantes&#8221;</strong></a>, <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1043784/"><strong>&#8220;Cada Louco com  Sua Mania&#8221;</strong></a> e <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1041928/sofa-branco"><strong>&#8220;Sofá  Branco&#8221;</strong></a>, todos pela Editora Record.</p>
<p>Leia trecho.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <strong>Estou me sentindo prostrado</strong></p>
<p>A espantosa revelação, confesso, deixou-me tão perplexo quanto curioso.  Os cientistas constataram que, ao contrário do que se sabia até hoje, a  próstata não é mais exclusividade masculina. É isso mesmo, caro leitor  (ou leitora, agora com sua próstata inclusa): as mulheres já têm  próstata. Tese confirmada por pesquisadores do Instituto de Biologia da  Unicamp.</p>
<p>Mas, antes de acusarmos possíveis responsáveis, detenhamo-nos aos fatos.  A tal próstata feminina é uma glândula ligada à ejaculação feminina e  ao ponto G. Piorou. Não só nos chocam com a excentricidade da novidade  como também garantem que a descoberta vem associada a dois velhos tabus.</p>
<p>Poucos sabem (ou preferem não admitir) sobre a realidade da ejaculação  nas mulheres. Fica difícil aceitar que aquele nosso velho e indefectível  jorro, motivo de disputas na adolescência, não nos seja mais exclusivo.  Pode-se imaginar agora um campeonato semelhante com as mocinhas em  plenos e animados squirts.</p>
<p>Constrangedor, convenhamos. No quesito ejaculação precoce, então, o  fenômeno se inverteria: nos machos, uma patologia e motivo de vergonha,  nas mulheres, uma dádiva, uma séria investidura nos almejados orgasmos  múltiplos e rápidos.</p>
<p>Quanto ao quase mítico ponto G, as discussões devem ser menos  acaloradas. Afinal, o tal ponto já não incomoda tanta gente. Penso que  poderíamos compará-lo à astrologia: poucos acreditam, porém não custa  dar uma checada de vez em quando.</p>
<p>Bem, voltemos à nova próstata feminina. Esses tenazes pesquisadores  concentraram suas atenções num roedor denominado gerbilo, comum no  deserto da Mongólia. Dá para se imaginar o quanto não sofreram, com suas  próstatas invadidas e xeretadas, esses pobres gerbilos. Enfim, um preço  a pagar (pelos ratos) para o conhecimento.</p>
<p>Aqui uma informação só para os leigos (acho que a maioria): a próstata  feminina fica localizada junto à parede da uretra e se diferencia da dos  homens por ser reduzida e ter uma estrutura bem espalhada. Dito de  outro modo, é menos volumosa e vive dispersa, transitando livremente  pelas células e cavidades abdominais.</p>
<p>Tal diferenciação revelaria uma enorme vantagem para elas, pois o toque  retal para exame da próstata tornar-se-ia praticamente improvável. Não  haveria dedo possível do urologista para alcançá-la. Sorte delas. Bem  que nós poderíamos ter uma assim tão versátil e dada a passeios.</p>
<p>Para terminar, acrescento a informação de que algumas mulheres podem ter  sua próstata aumentada nos casos de hiperandrogenismo (excesso de  hormônio masculino), em casos de terapias de reposição hormonal na  menopausa ou nos altos índices de testosterona (casos mais comuns em  atletas). Não foi cogitada nenhuma associação com as escolhas sexuais,  que fique bem claro.</p>
<p>Há boatos, maldosos certamente, de que esses mesmos cientistas estariam  envolvidos num projeto de estudo que evidenciaria o surgimento de  menstruação em alguns homens, explicando assim a origem da teoria da TPM  masculina. Já não duvido de mais nada.</p>
<p class="star"> *</p>
<p> <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/"><strong>&#8220;A Maconha  Está Bêbada e Outras Crônicas&#8221;</strong></a><br />
<strong>Autora:</strong> Marcio Paschoal<br />
<strong>Editora:</strong> Mirabolante<br />
<strong>Páginas:</strong> 256<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 29,90<br />
<strong>Onde comprar:</strong> 0800-140090 ou na <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1146931/"><strong>Livraria da  Folha</strong></a></p>
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		<title>Segunda edição da biografia do João do Vale</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 23:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Informação]]></category>

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		<description><![CDATA[JÁ À VENDA A SEGUNDA EDIÇÃO DO LIVRO
capa-final.pdf



  

PISA NA FULÔ, MAS NÃO MALTRATA O CARCARÁ –
biografia do compositor João do Vale, com relatos sobre a música popular brasileira, a censura, a política das gravadoras e os fatos políticos relevantes naquele período no Brasil e no mundo. Uma visão ampla da história da MPB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JÁ À VENDA A SEGUNDA EDIÇÃO DO LIVRO</p>
<p><a href="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/06/capa-final.pdf" title="capa-final.pdf">capa-final.pdf</a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong>PISA NA FULÔ, MAS NÃO MALTRATA O CARCARÁ</strong> –</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">biografia do compositor João do Vale, com relatos sobre a música popular brasileira, a censura, a política das gravadoras e os fatos políticos relevantes naquele período no Brasil e no mundo. Uma visão ampla da história da MPB e do país.</p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align: justify">Pisa na Fulô Mas não Maltrata o Carcará - Vida e Obra de João do Vale, <em>de Marcio Paschoal.</em></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify">A biografia analítica é uma importante obra de referência com 268 páginas, discografia, musicografia - são mais de 200 títulos - e depoimentos de quase uma centena de artistas que conviveram com João do Vale, entre eles, Edu Lobo, Fagner, Chico Buarque, Bibi Ferreira, Zeca Baleiro, Chico Anysio, Ivan Lins, Ferreira Gullar, Jaguar, Zé Kéti e Nara Leão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt"><span style="font-size: 10pt">Preço: R$ 25,00<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent2" style="text-align: justify"><o:p> </o:p></p>
<p><!--[if gte vml 1]><v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600"  o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f"  stroked="f">  <v:stroke joinstyle="miter"/>  <v:formulas>   <v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"/>   <v:f eqn="sum @0 1 0"/>   <v:f eqn="sum 0 0 @1"/>   <v:f eqn="prod @2 1 2"/>   <v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"/>   <v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"/>   <v:f eqn="sum @0 0 1"/>   <v:f eqn="prod @6 1 2"/>   <v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"/>   <v:f eqn="sum @8 21600 0"/>   <v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"/>   <v:f eqn="sum @10 21600 0"/>  </v:formulas>  <v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"/>  <o:lock v:ext="edit" aspectratio="t"/> </v:shapetype><v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style='position:absolute;  margin-left:0;margin-top:0;width:81.75pt;height:118.5pt;z-index:1;  mso-wrap-distance-left:0;mso-wrap-distance-right:0;mso-position-horizontal:left;  mso-position-vertical-relative:line' o:allowoverlap="f">  <v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Marcio\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg"   o:title="pisanafulo"/>  <w:wrap type="square"/> </v:shape><![endif]--><em><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial">&#8220;Fruto de minuciosa pesquisa, este livro é a biografia de um dos maiores compositores da música brasileira de todos os tempos. Imortalizado por canções como &#8220;Carcará&#8221;, &#8220;Pisa na fulô&#8221; e &#8220;Asa do Vento&#8221;, o maranhense João do Vale tem sua história de glória e ruína contada com rigor histórico e certa dose de humor. A história de João é a história de um dos maiores poetas populares da nossa música.&#8221;     ( Zeca Baleiro)<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
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		<title>CUSPINDO O CAROÇO - crônica 05/04/2010</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 21:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[

  

CUSPINDO O CAROÇO
 
Marcio Paschoal
 

            Algumas polêmicas acompanham a humanidade, gerando discussões e inaugurando rivalidades, como direita e esquerda, se há mesmo ditadura em Cuba, Flamengo e Botafogo, onde encontrar o ponto G, para aonde irá o dinheiro do pré-sal, ou se o Papa é ou não a favor da pedofilia.  Mas, nada supera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /><meta name="ProgId" content="Word.Document" /><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10" /><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10" /></p>
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<p><!--[if gte mso 10]><br />
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<p class="MsoNormal"><strong>CUSPINDO O CAROÇO<o:p></o:p></strong></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal"><em>Marcio Paschoal<o:p></o:p></em></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
<p class="MsoNormal"><img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2010/04/big-bang.jpg" alt="big-bang.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Algumas polêmicas acompanham a humanidade, gerando discussões e inaugurando rivalidades, como direita e esquerda, se há mesmo ditadura em Cuba, Flamengo e Botafogo, onde encontrar o ponto G, para aonde irá o dinheiro do pré-sal, ou se o Papa é ou não a favor da pedofilia.<span>  </span>Mas, nada supera a eterna disputa ontológica entre a ciência e a fé. Ou, como preferem algum teólogos, entre a fé e a ciência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Agora, cientistas, num dos maiores experimentos já realizados, provocaram o encontro de feixes de partículas subatômicas, reproduzindo o cenário do Cosmos um trilionésimo de segundo após o Big Bang.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>O feito abre caminho para a descoberta de novas dimensões e reabre o velho debate entre cientistas e religiosos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Dito de modo mais simplista, estão chegando perto de desmascarar Deus, ou o criador da matéria, mais popularmente, quem chupa a fruta e cospe o caroço. Para quem ainda não juntou o nome à ação, o grande enigma da vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>Por exemplo, deve-se conseguir, para breve, a comprovação da existência da tal partícula de bóson de Higgs. A partir daí, imaginando-se possível a ocorrência de diferentes dimensões, que tal a hipótese de se encontrar novos caminhos e opções? Pense voltar numa dimensão com tempos diferenciados. Algumas<span>  </span>pequenices serão inevitáveis: querer apostar na loteria; retroceder ao dia do casamento e escapar da igreja, com direito a discurso e desabafo; frequentar o Cavern Club no início dos 60, reencontrar aquele velho desafeto e lhe dizer poucas e boas, ou, como historiador e repórter, tentar conhecer um certo rapaz em Nazaré <em>in loco</em> e no seu tempo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>O fato é que o debate irá se acirrar ainda mais, principalmente quando o homem se aproximar mais de aspectos inesperados da composição do Universo e passar a questionar, efetivamente, a tal existência divina.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>            </span>O próprio cientista inglês Peter Higgs, criador do bóson, deve ter as suas dúvidas sobre a existência ou não Dele. Convém não esquecer que, mesmo com toda essa badalação em torno dos estudos sobre energia, matéria, espaço e tempo, sempre fica a ideia de que alguém (pessoalmente ou através de um intermediário) criou essa bagunça toda. E, é prudente não sair desacatando ninguém, até maiores detalhes.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 19:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem classificação]]></category>

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		<description><![CDATA[So This Is Christma&#8217;s


                    


Foto: Internet 
                      




Nesta
época tão singela, de presentes, bons velhinhos, renas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="titprincipal" align="left">So This Is Christma&#8217;s
</p>
<table valign="top" align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
                    <!--DWLayoutTable--></p>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><span class="credito">Foto: Internet </span><br />
                      <img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/12/saconoel.jpg" alt="saconoel.jpg"></td>
<td width="5"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="texto-capa" align="justify">Nesta<br />
época tão singela, de presentes, bons velhinhos, renas e ceias, sinto<br />
como se escutasse, ao longe, a melodia eterna do jingle bell. E, cá<br />
para nós, não há nada mais irritante que a melodia do jingle bell, até<br />
por ser eterna demais.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Pior<br />
só o universo de crônicas que se espalham pelos jornais, revistas e<br />
internet, com ênfase nos tempos de paz, castanhas e nozes, a família<br />
reunida e o sentimento natalino em todas as casas. Saco. É um tal de<br />
neguinho escrevendo sobre fraternidade, renovação e reflexão, hora de<br />
contabilizar tudo o que aconteceu durante o ano e tirar conclusões. E<br />
eu concluo que tenho vontade de sumir. Sair de fininho, voltar só em<br />
2010, depois dos fogos.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Pode<br />
reparar que sempre terá alguém que escreverá sobre as luzes enfeitando<br />
vitrines, ruas, casas, árvores, mas reclamará que vê pouco brilho nos<br />
olhares das pessoas, procurando compreender o verdadeiro significado de<br />
Natal. Estou fora.</p>
<p>                  Ou aquele que lembrará Lennon  em “so this is Christma’s and what you have done”. É foda.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Haverá os pretensos intelectuais<br />
que citarão o conto “Peru de Natal”, de Mario de Andrade, ou<br />
Dostoiévsky, em “Árvore de Natal na casa de Cristo”. Literatura a<br />
serviço da mesmice profissional.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Enfim, não faltarão motivos e  desculpas para derramar as usuais baboseiras pertinentes.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Algum<br />
cronista mais esotérico relacionará o Natal à cabala. Ora, todo o<br />
simbolismo relacionado com o nascimento de Jesus é alquímico e<br />
cabalístico, mesmo. Não há novidade.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Pior para os humoristas que não  escaparão da tentação de associar o panetone natalino aos do Arruda. Será  inevitável.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">E<br />
antes que comecem a pipocar os escritos sobre a origem de Papai Noel na<br />
longínqua Lapônia ou as terríveis mensagens com trilhas sonoras e<br />
ilustrações manjadas, antecipo-me e aviso: não é uma questão de<br />
ausência de espírito cristão ou mau humor agnóstico, mas, neste Natal,<br />
nada de textos sobre Natal, por favor</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Seria,<br />
então, um disparate, além de total paradoxo, escrever a vocês desejando<br />
que o Natal fosse a esperança do ano que está por vir, com todas as<br />
realizações possíveis e imaginárias. Tenho quase certeza de que não ia<br />
adiantar muito. Ainda assim, correndo esses riscos, insisto. Quem sabe<br />
dá certo?&nbsp; Um feliz Natal. </p>
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		<title>autocrítica, crônica&#8230;.25-1-2009</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem classificação]]></category>

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		<description><![CDATA[

 Rio de Janeiro, 25.10.09 &#124; 



Autocrítica autorizada


Fotos: Montagem/Internet 

&#160;


Há momentos em que me preocupo e me impressiono negativamente com a função do crítico. Há que se considerar a sua triste sina de inferioridade natural quando comparada à literatura. O que sabe realmente o crítico do objeto que vai criticar? O autor se esforça em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table bgcolor="#ffffff" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" width="100%">
<tr>
<td bgcolor="#cccccc" height="21" valign="middle" width="623"><span class="link-ativo"><span class="texto"> </span><span class="texto">Rio de Janeiro, 25.10.09 | </span></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="links" bgcolor="#ffffff" height="679" valign="top">
<p class="titprincipal" align="left">Autocrítica autorizada</p>
<table valign="top" align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
<tr>
<td colspan="2"><span class="credito">Fotos: Montagem/Internet </span><br />
<img src="http://www.cronicascariocas.com/imagens/paulo-coelho_foto3.jpg" alt="Paulo Coelho" height="269" width="217" /></td>
<td width="5">&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p class="texto-capa" align="justify">Há momentos em que me preocupo e me impressiono negativamente com a função do crítico. Há que se considerar a sua triste sina de inferioridade natural quando comparada à literatura. O que sabe realmente o crítico do objeto que vai criticar? O autor se esforça em uma metáfora, uma quebra de estilo, e vem outro, impaciente, a tentar subverter e redefinir aspectos diferentes dos propósitos originais daquele que cria. Depois, ambos se queixam: o autor de ser incompreendido, e o que critica de não ser levado a sério.</p>
<p class="texto-capa" align="justify">Existiu um tempo no qual os críticos eram tidos com mais seriedade. Antonio Candido era desses. Debruçava-se sobre a obra e, atento, indagava os motivos e pormenores que levavam certos escritores a certas peculiaridades. Hoje tudo vai bem mais rápido. A crítica se prende ao simples fato de conseguir agradar ou não; compreender ou não; simpatizar ou não. O ponto básico para as estruturas de análise do texto pouco varia.</p>
<p>As estranhezas nesse campo acumulam-se. Clarice Lispector, no seu romance de estreia, “Perto do coração selvagem”, conviveu com algumas espinafrações do tipo de “equívocos literários e perda de tempo com personagens inverossímeis”.</p>
<p>Também Machado acabou se defrontando com artigos sobre seus livros que mencionavam ser ele “igual, sem grande originalidade e compassado em excesso”.</p>
<p>O caso de Paulo Coelho é emblemático. O suposto mago nunca obteve tréguas. A crítica cai-lhe de pau, com vontade e critério. Ironicamente, isto pareceu valer-lhe, uma vez que vende cada vez mais e em outras línguas.</p>
<p>Convém saber que a maioria dos críticos lá fora lhe dispensa rasgados elogios. Imaginava eu, no início, que fosse por espanto ou excentricidade. Sim, críticos adoram ser excêntricos. Há, contudo, a explicação de ser resultado de alguma competência de seus tradutores. Ouso concluir que a tradução, então, é injustamente desprezada. Não raro se pode ler a análise de um livro sem que seja mencionado o nome do tradutor, como se o texto se houvesse traduzido por mágica ou através de um processo computadorizado qualquer.</p>
<p>Outra possibilidade é a de que um tradutor de Coelho tenha se divertido aqui e ali, alterando palavras, situações, citando pensamentos instigantes, enfim, modificando substancialmente o enredo e transformando a obra. Para melhor, suspeita-se.</p>
<table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td height="240" width="6"></td>
<td class="texto-capa" valign="top" width="172"><img src="http://www.cronicascariocas.com/imagens/clarice_lispector2.jpg" alt="CLarice Lispector" height="240" width="241" /></td>
</tr>
</table>
<p class="texto-capa" align="justify">Fala-se também com ênfase na propalada decadência do papel da crítica, que eles, os enganadores críticos, possuem pouco ou nenhum preparo, não se atualizam o suficiente. Afinal, ou bem se cria ou bem se critica. Dessa maneira, os analistas escasseiam e os escritores abundam.</p>
<p>Esquecemos que independe dos críticos o valor real de uma obra. Já se disse que “os livros sobrevivem se são lidos e desaparecem se não o são”. Um tanto óbvio, se não fosse tão definitivo e lógico. Deve-se observar, entretanto, que alguns livros sobrevivem aos tempos e não são sequer lidos. Caso de Ulisses de Joyce, Sertão de Euclides, Veredas de Rosa, e outros menos votados e consequentemente lidos.</p>
<p>Deve-se concluir que os críticos têm pouca função, devido a sua frivolidade ou análise irresponsável. Embora aconteça de que quando a crítica elogia, passe a ser bem absorvida, como se o crítico feliz, enfim, pactuasse com o artista envolvido. Então, ao leitor pressionado somente restará ler. Ou dizer que leu.</p>
<p>Compreende-se que as lisonjas são deglutidas com mais facilidade que as críticas verdadeiras, mesmo que às vezes cruéis. Aqui, um paradoxo do ramo: falar mal é mais nobre que elogiar. Uma questão de status.</p>
<p>Resumindo, vemos a ascensão da queda cada vez mais flagrante de quem analisa e critica no cenário literário. E também de quem traduz. No final, tanto o crítico, quanto o tradutor ou autor só querem uma coisa: serem lidos.</p>
<ul>
<li>
<p align="right"><span class="credito" align="justify">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</span></p>
</li>
</ul>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="link-ativo" align="center" bgcolor="#ebf9e8" height="38" valign="middle"><span class="link-ativo">Sobre o autor: *MARCIO PASCHOAL é escritor.</span></td>
</tr>
</table>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 21:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem classificação]]></category>

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		<description><![CDATA[

O SOM DOS NEGROS E JUDEUS NA AMERICA								
 						
 								
 						




 			Written by Marcio Paschoal			


 				13-Out-2009 às 17:17



O produtor Carlos Rennó escreveu as versões, e o maestro Morelenbaum ficou encarregado dos arranjos. O CD, com o nome de “Nego”, apresenta, entre outros destaques, clássicos como “My Romance” com Gal e Carlinhos Brown; “Over the Rainbow” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="contentpaneopen" height="24" width="635">
<tr>
<td class="contentheading" width="100%"><strong>O SOM DOS NEGROS E JUDEUS NA AMERICA								</strong></td>
<td class="buttonheading" align="right"><a href="javascript:void%20window.open('http://www.jornalpoiesis.com/mambo/index2.php?option=com_content&amp;do_pdf=1&amp;id=387',%20'win2',%20'status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no');" title="PDF"> 			<img src="http://www.jornalpoiesis.com/mambo/images/M_images/pdf_button.png" alt="PDF" name="image" align="middle" border="0" />			</a></td>
<td class="buttonheading" align="right"><a href="javascript:void%20window.open('http://www.jornalpoiesis.com/mambo/index2.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=387&amp;Itemid=63&amp;pop=1&amp;page=0',%20'win2',%20'status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no');" title="Print"> 				<img src="http://www.jornalpoiesis.com/mambo/images/M_images/printButton.png" alt="Print" name="image" align="middle" border="0" />				</a></td>
<td class="buttonheading" align="right"><a href="javascript:void%20window.open('http://www.jornalpoiesis.com/mambo/index2.php?option=com_content&amp;task=emailform&amp;id=387',%20'win2',%20'status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=400,height=250,directories=no,location=no');" title="E-mail"> 			<img src="http://www.jornalpoiesis.com/mambo/images/M_images/emailButton.png" alt="E-mail" name="image" align="middle" border="0" />			</a></td>
</tr>
</table>
<table class="contentpaneopen">
<tr>
<td colspan="2" align="left" valign="top" width="70%"><span class="small"> 			Written by <em>Marcio Paschoal	</em>		</span></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" class="createdate" valign="top"> 				13-Out-2009 às 17:17</p>
<p><img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/10/cialetras_tribunalpai1.jpg" alt="cialetras_tribunalpai1.jpg" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">O produtor Carlos Rennó escreveu as versões, e o maestro Morelenbaum ficou encarregado dos arranjos. O CD, com o nome de “Nego”, apresenta, entre outros destaques, clássicos como “My Romance” com Gal e Carlinhos Brown; “Over the Rainbow” com Zélia Duncan; e “Bewitched” com Maria Rita. Já “Strange Fruit” ficou com o cantor  Seu Jorge.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Poucos sabem que uma das músicas preferidas da imortal Billie Holiday era uma composição de um professor judeu do ensino médio do Bronx, em NY, Abel Meeropolum.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">A canção, “Strange fruit”, tem em seus versos todo o repúdio ao racismo e traduz o que o professor viu, numa tarde mormacenta do início dos anos 30: dois negros americanos que pendiam de uma árvore depois de linchados por uma multidão em Indiana, sul dos Estados Unidos.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">A letra, forte e indignada, fala da cena horrível e das atrocidades que os homens ainda podem ser capazes de fazer: “Eis uma fruta/ Pra que o vento sugue/ Pra que um corvo puxe/ Pra que a chuva enrugue/ Pra que o sol resseque/ Pra que o chão degluta /Eis uma estranha/ E amarga fruta.”</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Billie teve imensa dificuldade em poder gravar a música, já que os produtores de sua gravadora (Columbia Records) temiam possíveis represálias.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">O próprio autor escondeu-se através de pseudônimo, no caso, Lewis Allanele. </span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Os historiadores da cantora registram o fato de ela constantemente encerrar seus shows ao vivo com a canção. Billie exigia que os garçons parassem de servir e que as luzes se apagassem. Não à toa, “Strange Fruit”, na voz insidiosa de Miss Holiday, se transformou rapidamente num hino contra o racismo.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Baseado nessa, e em outras análogas histórias, Carlos Rennó e Jaques Morelenbaum reúnem astros da MPB para interpretar obras que brancos judeus compuseram e que se transformaram em grandes clássicos da música negra americana </span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">O produtor Carlos Rennó escreveu as versões, e o maestro Morelenbaum ficou encarregado dos arranjos. O CD, com o nome de “Nego”, apresenta, entre outros destaques, clássicos como “My Romance” com Gal e Carlinhos Brown; “Over the Rainbow” com Zélia Duncan; e “Bewitched” com Maria Rita. Já “Strange Fruit” ficou com o cantor  Seu Jorge.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">De “Porgy and Bess”, a ópera negra de Gershwin, foi selecionada a clássica “Summertime”, na voz de Erasmo Carlos.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Uma curiosidade, fruto da pesquisa de Rennó: Frank Sinatra, que gravou  “Old Man River”, foi homenageado por Ray Charles, que subiu ao palco e disse: “Frank, você uma vez juntou um monte de músicos brancos num estúdio branco para tocar e cantar essa música negra -que eu agora vou fazer ‘in my way’.” O trocadilho perfeito só não veio com a informação completa de que  a música negra tinha sido feita por brancos judeus (Jerome Kern e Oscar Hammerstein). Esta canção, no CD, está a cargo de João Bosco.  “Preto dá duro no Mississippi/ Duro pro branco poder brincar/ Puxando barco não descansando/ Até o juízo final chegar”, diz parte da letra.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Entre as décadas de 20 e 40, muito do que há de melhor no cancioneiro popular norte-americano foi produzido. Obras que ficarão para sempre na história das canções. E a maior parte do primeiro time de músicos era formada por judeus de origem simples, que descendiam de estrangeiros vindos da Europa: Gershwin, Irving Berlin, Richard Rodgers e Lorenz Hart são alguns nomes.  A explicação para essa relação profunda, onde negros e judeus dos EUA se identificaram tanto, pode ser entendida pela origem de ambos, gente humilde e outsiders. A música era uma forma de desabafo e posterior identificação, quando músicos judeus assimilaram a música e a musicalidade dos negros.</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">Trabalhando juntos com MPB há longo tempo, a dupla Rennó/Morelenbaum planeja o lançamento do CD “Nego” para agosto. </span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span"><br />
</span></font></p>
<p><font class="Apple-style-span" size="2" color="#000000"><span style="font-size: 10px" class="Apple-style-span">* Marcio Paschoal é escritor e crítico musical. </span></font></p>
<p>(Publicado no Jornal Poiésis - Literatura, Pensamento &amp; Arte, nº 161, agosto de 2009)</td>
</tr>
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		<title>A Maconha está bêbada e outras crônicas</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 21:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem classificação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 



  

Mais um livro; mais uma encrenca, um abacaxi.  Esse agora (oitavo) é de crônicas que escrevi para jornais, sites e revistas, mesmo sem eles saberem. 
O lançamento é agora dia 20, quinta, a partir das 19hs, na livraria da Travessa de Ipanema. Leve comida de casa pois serão oferecidas só aquelas pastinhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/convite-livro.jpg" alt="convite-livro.jpg" /></p>
<p><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Marcio/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Marcio/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" /><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /><meta name="ProgId" content="Word.Document" /><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10" /><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10" /></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Mais um livro; mais uma encrenca, um abacaxi.<span>  </span>Esse agora (oitavo) é de crônicas que escrevi para jornais, sites e revistas, mesmo sem eles saberem. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O lançamento é agora dia 20, quinta, a partir das 19hs, na livraria da Travessa de Ipanema. Leve comida de casa pois serão oferecidas só aquelas pastinhas de ricota, sabor indefinido, algo entre o atum e o presunto, ou vice-versa. Se está pensando em beber, toda a cautela pois o vinho branco que costuma ser servido no lugar é um severo teste para hepáticos. Melhor beber ali perto, cheio de bares ótimos. Então, você perguntaria que diabos fazer lá? Chato, né? Também não sei qual argumento usar. Você pensará, e com razão: trânsito louco, estacionamento lotérico, lei seca e de Murphy, flanelinhas, violência urbana e do vizinho, e a ameaça da gripe suína a cada tosse ou espirro alheio&#8230;.esse livro tem que ser bem escrito pra *%*%. E o pior é que se todo mundo resolve ir, tem fila, e o livro não é de graça. No entanto, ironia maior, sua força é tudo nessa hora. Se ninguém aparecer, o autor se sentirá um lixo. Não sei quem inventou isso. Nem Antonio Maria faria melhor. Bem, o livro vai ter que ser lançado e as pessoas convidadas, ou melhor, notificadas. “A Maconha está bêbada e outras crônicas” fala do melhor vício da vida, que é fazer e cultivar amigos. Eu bem sei que esse não é o melhor jeito para isso, mas, estou sem muita escolha. Capriche na desculpa, ou apareça.<span>  </span><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>
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		<title>O SOM DOS NEGROS E JUDEUS NA AMERICA  16/07/2009</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 23:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[

  

O SOM DOS NEGROS E JUDEUS NA AMERICA


Por Marcio Paschoal 
 
            Poucos sabem que uma das músicas preferidas da imortal Billie Holiday era uma composição de um professor judeu do ensino médio do Bronx, em NY, Abel Meeropolum.
            A canção, “Strange fruit”, tem em seus versos todo o repúdio ao racismo e traduz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8" /><meta name="ProgId" content="Word.Document" /><meta name="Generator" content="Microsoft Word 10" /><meta name="Originator" content="Microsoft Word 10" /></p>
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<p> <![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center" align="center"><strong><span style="font-family: Arial">O SOM DOS NEGROS E JUDEUS NA AMERICA<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--><o:p></o:p></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-family: Arial">Por Marcio Paschoal <o:p></o:p></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><img src="http://www.marciopaschoal.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/07/cuica.jpg" alt="cuica.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Poucos sabem que uma das músicas preferidas da imortal Billie Holiday era uma composição de um professor judeu do ensino médio do Bronx, em NY, Abel Meeropolum.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>A canção, “Strange fruit”, tem em seus versos todo o repúdio ao racismo e traduz o que o professor viu, numa tarde mormacenta do início dos anos 30: dois negros americanos que pendiam de uma árvore depois de linchados por uma multidão em Indiana, sul dos Estados Unidos.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>A letra, forte e indignada, fala da cena horrível e das atrocidades que os homens ainda podem ser capazes de fazer: &#8220;<em>Eis uma fruta/ Pra que o vento sugue/ Pra que um corvo puxe/ Pra que a chuva enrugue/ Pra que o sol resseque/ Pra que o chão degluta /Eis uma estranha/ E amarga fruta</em>.&#8221;<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Billie teve imensa dificuldade em poder gravar a música, já que os produtores de sua gravadora (Columbia Records) temiam possíveis represálias.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>O próprio autor, escondeu-se através de pseudônimo, no caso, Lewis Allanele. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Os historiadores da cantora registram o fato de ela constantemente encerrar seus shows ao vivo com a canção. Billie exigia que os garçons parassem de servir e que as luzes se apagassem. Não à toa, &#8220;Strange Fruit&#8221;, na voz insidiosa de Miss Holiday, se transformou rapidamente num hino contra o racismo.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Baseado nessa, e em outras análogas histórias, Carlos Rennó e Jaques Morelenbaum reúnem astros da MPB para interpretar obras que brancos judeus compuseram e que se transformaram em grandes clássicos da música negra americana<br />
<span>            </span>O produtor Carlos Rennó escreveu as versões, e o maestro Morelenbaum ficou encarregado dos arranjos. O CD, com o nome de “Nego”, apresenta, entre outros destaques, clássicos como &#8220;My Romance&#8221; com Gal e Carlinhos Brown; &#8220;Over the Rainbow&#8221; com Zélia Duncan; e &#8220;Bewitched&#8221; com Maria Rita. Já &#8220;Strange Fruit&#8221; ficou com o cantor<span>  </span>Seu Jorge.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>De &#8220;Porgy and Bess&#8221;, a ópera negra de Gershwin, foi selecionada a clássica &#8220;Summertime&#8221;, na voz de Erasmo Carlos.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Uma curiosidade, fruto da pesquisa de Rennó: Frank Sinatra, que gravou<span>  </span>&#8220;Old Man River&#8221;, foi homenageado por Ray Charles, que subiu ao palco e disse: &#8220;Frank, você uma vez juntou um monte de músicos brancos num estúdio branco para tocar e cantar essa música negra -que eu agora vou fazer ‘in my way’.&#8221; O trocadilho perfeito só não veio com a informação completa de que<span>  </span>a música negra tinha sido feita por brancos judeus (Jerome Kern e Oscar Hammerstein). Esta canção, no CD, está a cargo de João Bosco. <span> </span><em>&#8220;Preto dá duro no Mississippi/ Duro pro branco poder brincar/ Puxando barco não descansando/ Até o juízo final chegar&#8221;</em>, diz parte da letra.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Entre as décadas de 20 e 40, muito do que há de melhor no cancioneiro popular norte-americano foi produzido. Obras que ficarão para sempre na história das canções. E a maior parte do primeiro time de músicos era formada por judeus de origem simples, que descendiam de estrangeiros vindos da Europa: Gershwin, Irving Berlin, Richard Rodgers e Lorenz Hart são alguns nomes.<span>  </span>A explicação para essa relação profunda, onde negros e judeus dos EUA se identificaram tanto, pode ser entendida pela origem de ambos, gente humilde e outsiders. A música era uma forma de desabafo e posterior identificação, quando músicos judeus assimilaram a música e a musicalidade dos negros.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><span>            </span>Trabalhando juntos com MPB há longo tempo, a dupla Rennó/Morelenbaum planeja o lançamento do CD “Nego” para agosto. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial"><br />
<em>(*) Marcio Paschoal é escritor..<o:p></o:p></em></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></p>
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		<title>As leis da atração - 27/04/2009</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 15:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Paschoal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[LEIS DA ATRAÇÃO


Fotos: Montagem/Internet 




Certas coisas combinam melhor que outras. Algumas são opositoras e, mesmo assim, se completam quase à perfeição. As leis da atração seguem regras estranhas.
Nunca me acostumei bem com a ideia de que, nas relações amorosas, por exemplo, os polos diferentes se atraiam. Só se for para a porrada. Imagino um marido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left" class="titulo_cp">LEIS DA ATRAÇÃO</p>
<table valign="top" border="0" align="left" width="1" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td colSpan="2"><font size="1"><font face="Arial"><span class="credito">Fotos: Montagem/Internet </span><br />
<img width="358" src="http://www.cronicascariocas.com/imagens/lei-atracao2.jpg" height="248" /></font></font></td>
<td width="5"></td>
</tr>
</table>
<p align="justify" class="texto-capa">Certas coisas combinam melhor que outras. Algumas são opositoras e, mesmo assim, se completam quase à perfeição. As leis da atração seguem regras estranhas.</p>
<p>Nunca me acostumei bem com a ideia de que, nas relações amorosas, por exemplo, os polos diferentes se atraiam. Só se for para a porrada. Imagino um marido burro, pobre e machista com sua companheira culta, delicada e rica. Só se forem nos primeiros quinze minutos do sexo. E olhe lá. Além disso, é contrassenso ou puro masoquismo.</p>
<p>Outros exemplos, no entanto, caem como uma luva. Por falar nelas, as mãos, quer coisa que as atraia mais que uma bunda? Para nossa gente, preferência quase unânime, nada escapa a um bom rebolado. Às vezes, por puro reflexo, quase automático, já sem a maldade prevista, simples como um saudar sincero, um genuflexo.</p>
<table valign="top" border="0" align="left" width="1" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td colSpan="2"><img width="172" src="http://www.cronicascariocas.com/imagens/lei-atracao.jpg" height="246" /></td>
<td width="5"></td>
</tr>
</table>
<p align="justify" class="texto-capa">Já as mulheres têm por atração as vitrines; ou sapatos, jóias, vestidos, o que dará no mesmo. Algumas, com mais personalidade, até me confessaram o magnetismo exercido pelas barriguilhas. Mas nada se compara à patologia de discutir relações durante jogos de futebol na tevê.</p>
<p>Há coisas que combinam de verdade, tipo “não podermos ver uma sem a outra”. E não falo só dos clássicos, como queijo e goiabada, feijão com arroz, uísque e castanha de caju, e Eduardo e Mônica, mas dos casos dos surdos e o funk; moedas em carteira de pobre; pescarias e chifres. Este último, explico melhor: o cara diz que vai pescar, cai na farra, e a mulher aproveita a folga. Traição em via dupla, quase um acordo velado. Como bem dizem os andaluzes: “<em>pescador de caña, cabrón seguro</em>!”.</p>
<table border="0" align="right" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td height="240" width="6"> </td>
<td width="172" vAlign="top" class="texto"><img width="172" src="http://www.cronicascariocas.com/imagens/lei-atracao-bundao.jpg" height="267" /></td>
</tr>
</table>
<p align="justify" class="texto-capa">Mas há também aquilo que se atrai naturalmente, sem que possamos fazer nada para impedir. Uma espécie de atração fatal e inevitável: são dedos e quinas; bêbados no volante e postes; pitbulls e batatas da perna; xixi e tampo de vaso; leite fervendo e fogão limpinho. Não adianta lutar contra.  Quer mais? Camisa branca e molho de tomate; rádio AM e dupla sertaneja; pedal de bicicleta e tornozelo&#8230;</p>
<p>E como reagir nos casos de o elevador sempre no último andar na hora da sua dor de barriga? E carro trancado com a chave dentro, bem na hora da chuva?</p>
<p>Embora nada se compare ao fator imponderável e com quase cem por cento de probabilidade: encher a cara, sair na noite e, no final, acordar com um dragão do tamanho da sua ressaca. Bebedeira e mulher feia. É infalível.<br />
  (Marcio Paschoal)</p>
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